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O Início do Lar Beneficente

08 de Novembro de 2008

Paulo Zanini da Silva


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        Nem todos os irmãos conhecem a história do Lar Beneficente Sã Doutrina Espiritual do Sétimo Dia; assim, apresento um pequeno relato de sua fundação inicial sendo um estímulo aos mais jovens e um reconhecimento ao trabalho dos mais velhos.

        Entre os anos de 1975 ou 1976, estavam reunidos alguns irmãos na cidade de Garça (SP), quando surgiu a idéia de fazer algo no sentido de amparar alguns irmãos e irmãs que estavam passando por privações, pela idade avançada, por doenças e por não terem onde morar.
 
         Entre os irmãos presentes na reunião estavam:
 
Ernestino, que era apascentador em Garça.
Miquelino, de Rio Claro.
Noé de Sousa, de Rio Claro.
José Borges, de Garça, mas morava em São Paulo.
 
Na reunião, uma irmã idosa propôs que sua casa, que era muito grande, fosse alugada para esse fim. Então, o Miquelino, que tinha o apelido de Lico, deu a idéia de comprar um terreno e, com a ajuda de todos, construir um lar beneficente para abrigar os irmãos necessitados.
 
 
O Senhor abençoou e logo surgiu um loteamento denominado Jardim São Lucas. Foram comprados, então, dois terrenos de 250 m2, formando uma área de 500 m2. Neles foi construída uma casa com cinco cômodos, onde foram abrigados alguns irmãos. Depois, foram construídos mais três cômodos nos fundos e instalados mais alguns irmãos.

Foi necessário, então, formar uma diretoria para administrar o Lar. A constituição dessa diretoria foi mais ou menos a seguinte, escolhidos por indicação:
 
João da Silva – presidente
José Olegário – vice-presidente
Ernestino dos Santos Ferreira – 1º tesoureiro
João Batista dos Santos Ferreira – 2º tesoureiro
Paulo Zanini da Silva – 1º secretário
Antônio Menas Filho – 2º secretário

Também foram convidados alguns irmãos para trabalharem como fiscais nos serviços do Lar:
Samuel Caboclo da Silva
Daniel Garcia Alonso
Josué Xavier Prates
Joel Rodrigues Pereira

Foram criadas, então, quatro equipes de três irmãos para que durante três meses fossem responsáveis pelas necessidades do Lar e dos internos. Os chefes e as equipes eram (mais ou menos nesta ordem):

Janeiro a março: Ernestino, João Batista e Ismael de Aguiar.
Abril a junho: João da Silva, Cornélio Palomares e José Alves.
Julho a setembro: Paulo Zanini da Silva , Daniel Garcia Alonso e Jessimier Ferreira de Oliveira.
Outubro a dezembro: Samuel Caboclo da Silva, Joel Rodrigues Pereira e Josué Xavier Prates.

As decisões sobre necessidades do Lar (identificadas pelas equipes) eram tomadas em reuniões periódicas. Nessas reuniões, os tesoureiros mostravam os balancetes das despesas e receitas aos fiscais, os quais assinavam o livro-caixa do Lar.

            Algum tempo depois, foi construída mais uma casa com quatro cômodos, onde foram abrigados mais alguns internos. Durante sua existência, o Lar abrigou de 20 a 23 internos. 

            A Unidade do Lar Beneficente em Garça existiu por quase 20 anos e neste intervalo surgiram duas iniciativas similares e igualmente importantes: a construção de duas novas unidades sendo uma em Dracena e outra em Campinas.

            Quando o Lar Beneficente em Garça teve suas atividades encerradas em 1996, os terrenos foram vendidos e o valor apurado foi repassado pelo irmão João da Silva para o Lar Beneficente de Campinas sendo que desta forma a unidade do Lar existente em Garça foi dissolvida e incorporada pela unidade do Lar Beneficente existente em Campinas.

            Este é um resumo da formação, das atividades e do encerramento do Lar Beneficente de Garça. Procurei chegar o mais próximo possível da realidade, mas pode haver alguma discrepância ou complemento, devido ao longo tempo que passou desde então.

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