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As Grandes Profecias do Antigo Testamento - A Vinda do Messias

01 de Agosto de 2016


Escrito por Bruna Gabriela Higinio Ferreira   
29-May-2014
sadoutrina.org - Biblioteca Digital - Trabalhos
 - brunahigfer@gmail.com
 
Hoje eu convido todos à refletirmos sobre as grandes profecias do antigo testamento que remetem à vinda do Messias sobre a Terra.
Ora, muitos são os profetas apresentados pelo antigo testamento; grandes homens e mulheres que, por meio da fé, realizaram grandes feitos no passado e que nos dias de hoje são exemplo para nós, servos de Deus.
Conhecemos suas histórias através da leitura bíblica, das pregações e dos cânticos de hinos espirituais. Abraão, Elias, Eliseu, Isaías, Jeremias, Samuel, Daniel, Zacarias, Joel, Moisés, Ana, Miriã, Débora e muitos outros. De Gênesis a Malaquias encontramos seus nomes, seus feitos, profetas e profetizas guiados por Deus.
O volume total do antigo testamento predisse a vinda do Messias, sendo que o Profeta João Batista representa um marco entre o antigo e o novo testamento. Isto porque seu papel não foi apenas o de profetizar, mas primordialmente anunciar o cumprimento de todas as profecias referentes à chegada de Jesus Cristo.
 
Retomemos um profeta citado, mais especificamente aquele que em seu ministério profético anunciou a vinda do Messias com riqueza de detalhes: o profeta Isaías. Ele destacou-se entre os profetas do Antigo Testamento; seu livro contém uma quantidade tão grande de profecias sobre Cristo e sobre acontecimentos no Novo Testamento que muitos o chamam de "Evangelista do Antigo Testamento”.
 
Isaías relata em profecia desde o nascimento milagroso de Cristo a partir da virgem Maria, conforme capítulo 7 versículo 14: “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” (Emanuel que significa Deus conosco, e faz referência à presença de Jesus Cristo entre os homens).
 
O capítulo 53 de Isaías, em 12 versículos, narra de maneira profética a vinda, o sofrimento e o propósito de Jesus, como nos versículos 4 e 5: “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
 
E nos versículos 9 e 12: “E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.”

 Conforme relata o apóstolo Mateus no capítulo 27 de seu evangelho, Jesus foi entregue à crucificação; foi despido e coberto com uma capa de escarlate e sobre sua cabeça foi posta uma coroa de espinhos. Os escarnecedores cuspiram e bateram no cordeiro, deram-lhe vinagre com fel para beber e repartiram suas vestes. Por cima de sua cabeça escreveram “este é jesus, o rei dos judeus”.
 
Os que por ali passavam blasfemavam dele, sacudindo as cabeças e dizendo “Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desça da cruz.” Mas Cristo não desceu, para que se cumprisse a profecia “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.”
 
Os quatro evangelistas relatam de maneira abrangente a vida do filho do homem, o salvador, nosso Senhor Jesus Cristo. Porém, muito de seus feitos não são relatados pelas escrituras, uma vez que não haveria espaço suficiente para isso. A grandiosa obra do Messias está declarada na Bíblia Sagrada desde o antigo testamento de maneira profetizada, e no novo, em forma de milagres, parábolas, multiplicações, para que possamos ver o cumprimento de seu ministério, como cordeiro de Deus, enviado para justificação dos santos pela graça.
 
E nós, que recebemos essa justificação, devemos nos lembrar do grande amor empregado pelo nosso Senhor Deus, e nos assegurar de que a retidão no caminho estreito nos conduzirá ao encontro com o altíssimo no dia de nossa partida, e este caminho tão perfeito é a Sã Doutrina Espiritual do Sétimo Dia.
 
Encerro com as palavras de Paulo em sua oração pelos Efésios capítulo 3 versículos 20 e 21: “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na Igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém.”.

Atualizado em ( 02-Oct-2015 )

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