Dicas de português

31 de Julho de 2016


Escrito por PAPE_JSD - Entrevista com Josué Alves Ferreira "Zuzu"   
15-Oct-2008
O PAPE INFORMA Boletim Informativo das Atividades do Programa PAPE_JSD – nº. 18 - Agosto e setembro de 2008.
 
Mensagem da Coordenação
Por José Fatuch Jr.
 
        QUE CRISE ? PERGUNTE AO BUSH ?
 
    Com essas palavras o Presidente Luiz Inácio  LULA da Silva respondeu a alguns repórteres que o questionaram sobre o eventual impacto da crise financeira americana sobre o nosso País.

    A resposta do Presidente virou manchete em alguns dos principais jornais do mundo, à medida que se referia ao fato que os Estados Unidos, com a sua política econômica, estão sendo os grandes responsáveis pela própria situação em que se encontram.
    Nem os economistas mais experientes ousam dizer qual será o resultado final da soma dos vários problemas financeiros que surgiram e ainda vão surgir em estabelecimentos bancários de muitas partes do mundo.

    Mas, em alguns pontos, há certa concordância, como por exemplo, em relação à economia do Brasil, que deverá sofrer consequências bem menos graves do que se os acontecimentos tivessem ocorrido há alguns anos, quando nossas reservas eram bem menores.

    Outra questão que reúne boa parte das opiniões é que houve grande exagero da parte dos dirigentes econômicos, públicos e privados, nos EUA e que a partir dessa confusão toda deverá haver uma fiscalização melhor da atuação e das reais situações econômico-financeira de bancos e outras instituições semelhantes.

   Para nós, diz a maioria, deverá sobrar um recuo nas taxas de crescimento, provavelmente a partir do próximo ano e sem uma duração precisa. De qualquer forma, é melhor agir com cautela antes de realizar qualquer movimento significativo de investimento ou financiamento. Pelo menos até que as coisas fiquem mais claras.

   Como diz um popular ditado:
“Quando a casa do vizinho está pegando fogo, é melhor começar a encher logo os baldes com água”.
  
ESPAÇO EDUCAÇÃO
Por José Carlos Edwiges
 
     DOM PARA A COISA             
   Olá amigos, vão bem? Como está sendo o ano de 2008 para você, é aquilo que você planejou no final de 2007, ou está saindo um pouco diferente? Falando em planejamento, já pensou o que vai fazer em 2009? Estamos na reta final do ano, as lojas de material escolar já estão vendendo agendas 2009 e o quarto trimestre já está aí. Espero que não tenham que se preocupar com notas.

   Nesta edição quero voltar a falar sobre dons. Conta-se que uma vez um grupo de animais organizou uma escola. A escola dos bichos estabeleceu um currículo de matérias que incluía correr, subir em árvores, em montanhas, nadar e voar. Para facilitar as coisas, ficou decidido que todos os animais fariam todas as matérias.

   O pato se deu muito bem em natação, até melhor que o professor. Mas quase não passou de ano na aula de vôo e estava indo muito mal na corrida. O coelho era de longe o melhor corredor, no princípio, mas começou a ter tremores nas pernas de tanto tentar aprender a nadar.

   Cada criatura na natureza tem capacidades e habilidades próprias, coisas que faz naturalmente bem. Mas quando alguém o força a ocupar uma posição que não lhe serve, o sentimento de frustração e até culpa pode provocar uma derrota.

   Se pegarmos um esquilo por exemplo e insistirmos em afastá-lo daquilo que ele faz bem, ou seja, subir em árvores, para que ele seja um bom nadador ou um bom corredor, o esquilo vai se sentir incapaz. A águia faz uma bela figura no céu, mas é ridícula numa corrida a pé.

   O que dizemos das criaturas da floresta vale para as pessoas. Cada um de nós tem aptidões para coisas diferentes. Nem todos vão bem em matemática ou em português, mas de repente vão muito bem em história e geografia, ou seus desenhos em educação artística são de fazer inveja. Tem também aquele com problemas com números, mas uma grande facilidade em produzir redações ou vice-versa. Então não se desespere, mas não deixe de se esforçar.

   No ensino fundamental, todos os alunos têm as mesmas disciplinas, mas depois começam a ter opções de caminhos a seguir, cursos técnicos e profissionalizantes, após o ensino médio, várias alternativas de faculdades e para ajudar nas escolhas, o dom ganha espaço.
   Uma sugestão é procurar aquilo que você tem uma inclinação natural, um “dom para a coisa”. E para completar e se for útil segue ainda mais uma dica, procure fazer algo que contemple estas três situações: primeiro, faça um curso que você gosta, que te dá prazer estudar; segundo, que tenha mercado de trabalho e terceiro, que lhe dê um retorno financeiro satisfatório.

   É isso. Fiquem em paz e até mais.
  
ESPAÇO PROFISSÃO
Por Sidney Mendes
 
CURSOS TÉCNICOS: Mais uma vez vou utilizar este espaço para falar sobre cursos técnicos. Vocês devem estar lembrados que quando iniciamos o projeto do PAPE, no início de 2006 (portanto há mais de 2 anos e meio), nós fizemos um trabalho de conscientização de todos da importância de ter uma formação técnica. Explicamos que naquela época (início de 2006), investir em um curso técnico era um excelente negócio para quem estava procurando um emprego.

Já naquela época a carência de profissionais de nível técnico era grande no mercado e por isso mesmo quem tinha formação técnica encontrava emprego com relativa facilidade. Meus amigos, posso lhes garantir com certeza absoluta que essa realidade não mudou nos dias de hoje. Aliás, a carência de profissionais de nível técnico em algumas áreas até aumentou. Mas, como entender esse fenômeno? Na verdade o que aconteceu é que o acesso a cursos de nível superior no Brasil aumentou em muito.

Hoje existem muitas universidades, inúmeras faculdades, temos o PROUNI, as pessoas hoje em dia tem facilidade de locomoção, enfim, temos  uma série de facilidades que na prática aumentou o nível de formação das pessoas em nosso país.  Mas e os empregos? Será que as empresas aumentaram as vagas para as pessoas com curso universitário? Bom, a realidade dentro das empresas é bem difícil! A maioria dos cargos em uma empresa são para pessoas que tem formação média.

A outra parte dos cargos está destinada a pessoas com formação técnica e a grande minoria dos cargos existentes são para pessoas com formação superior. O que acontece hoje em dia é que as pessoas ao terminarem o ensino médio, “pulam” direto pra faculdade e aí quando se formam encontram uma concorrência bastante acirrada  pelos cargos de nível superior em uma empresa. É por isso que temos muitas pessoas com formação universitária exercendo cargos de nível médio.

Mas, o que fazer então? Deixar a faculdade de lado? NÃO!!! Ninguém deve deixar a faculdade de lado!!! Nos dias de hoje isso é algo impensável. O que deve ser feito é adotar uma estratégia diferente. O que recomendo é que todos os adolescentes, quando começarem a cursar o segundo grau, cursem também o ensino técnico. E para aqueles que já estão cursando a faculdade ou já estão formados, o ideal é tentar conseguir também o diploma técnico.

Os profissionais de nível técnico costumam ter uma remuneração bem melhor do que os profissionais de nível médio e, para quem tem curso superior, exercer uma função técnica em uma empresa facilita em muito a conquista de um cargo de nível superior. Na empresa onde trabalho, por exemplo, tenho um colega que trabalhava como eletricista e se formou em Engenharia elétrica em 1998. Durante muitos anos ele tentou virar Engenheiro.

Participou de vários processos seletivos dentro da empresa e nunca conseguiu sucesso. Foi aí que ele resolveu fazer um curso Técnico de Eletrotécnica.  Como ele já tinha formação em Engenharia, não foi difícil fazer o curso pois ele eliminou várias matérias. Depois de formado ele participou de um processo seletivo para técnico e conquistou a vaga. Trabalhou como técnico por  3 anos, adquiriu uma boa experiência e no ano passado conseguiu a tão sonhada vaga de Engenheiro na empresa.

Outra  vantagem do  curso técnico é a rapidez com que ele pode ser feito. Os cursos técnicos têm uma duração média de 2 anos, o que não é um tempo muito longo. Só como um comparativo, o projeto PAPE já existe há 2 anos e 7 meses e parece que foi ontem que começamos, não é mesmo?
 
 DICAS DE PORTUGUÊS
Por Júlia
 
A ortografia, cujo significado é escrever direito, é um dos assuntos mais temidos em virtude do número de regras existentes. Quem tem o hábito de realizar boas leituras, aprende com mais facilidade a escrever corretamente.

Algo que confunde freqüentemente as pessoas é a utilização do s, ss, ç e outros com som similar. Observem:
• "Uma das intenções da casa de detenção é levar os que cometeram graves infrações a alcançar a introspecção, por intermédio da reeducação."

Nessa frase, há seis palavras escritas com Ç: intenções, detenção, infrações, alcançar, introspecção e reeducação. As regras quanto ao uso do Ç são as seguintes:

1- Usa-se Ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em -TO, -TOR e -TIVO. Por exemplo: canto – canção, intuitivo – intuição, infrator – infração.

2- Usa-se Ç em substantivos terminados em -TENÇÃO derivados de verbos terminados em -TER: reter – retenção.

3- Usa-se Ç em verbos terminados em -ÇAR cujo substantivo equivalente seja terminado em -CE ou em -ÇO: lance – lançar, alcance – alcançar.

4- Usa-se Ç em substantivos terminados em -ÇÃO derivados de verbos de que se retirou a letra R: exportar – exportação, abreviar - abreviação

O estudo da ortografia exige atenção de quem escreve. É necessário realizar as analogias entre palavras. Só aprende a escrever adequadamente quem treina sistematicamente.
 
Baseado em artigo do Prof. Dílson Catarino para UOL
  
ESPAÇO DO LEITOR
 
OS MISTÉRIOS DA EMOÇÃO
Todo ser humano passa por turbulências em sua vida. A alguns falta o pão na mesa, a outros a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver.Outros são ricos e abastados., mas mendigam o pão da tranquilidade e felicidade.

Quando o homem explorar intensamente o pequeno átomo e o imenso espaço, e disser que domina o mundo, quando conquistas as mais complexas tecnologias e disser que sabe  tudo, então ele terá tempo para voltar-se para dentro de si mesmo. Nesse momento descobrirá que cometeu um grande erro. Compreenderá que dominou o mundo de fora, mas não dominou o mundo de dentro, os imensos territórios da sua alma. Descobrirá que se tornou um gigante na ciência, mas que é um frágil menino que não sabe navegar nas águas da emoção e que desconhece os segredos que tecem a colcha de retalhos de sua inteligência.

Quando isso ocorrer, algo novo acontecerá, ele encontrará pela segunda vez a sua maior invenção: a roda. A roda? Sim, só que desta vez será a roda dos sentimentos, da emoção.. Encontrando-a, ele percorrerá territórios pouco explorados e, por fim, encontrará o que sempre procurou: amor, o amor pela vida e pelo Autor da vida.

Ao aprender a amar, o homem derrubará lágrimas, não  de tristeza, mas de alegria. Chorará, não pelas guerras, nem pela injustiças, mas porque compreendeu que procurou a felicidade em todo o universo, mas não a encontrou., pois DEUS a escondeu no púnico lugar em que o homem não pensou em procurar: dentro de si mesmo.

Então sua vida se encherá de significado, e uma revolução silenciosa ocorrerá em seu espírito: a soberba dará lugar à simplicidade, o julgamento dará lugar ao respeito, a discriminação dará lugar à solidariedade, a insensatez dará lugar à sabedoria.

O ser humano sonha em viver dias felizes, mas não sabe conquistar a felicidade. Os poderosos tentaram dominá-la, cercaram-na com exércitos, encurralaram-na com armas, a pressionaram com suas vitórias. Mas a felicidade os deixou atônitos, pois o poder nunca conseguiu controlá-la.

Os magnatas tentaram comprá-la. Construíram impérios, amealharam fortunas, compraram jóias. Mas a felicidade os deixou perplexos, pois não se deixou vender, e disse-lhes: “O sentido da vida se encontra num mercado onde não se usa dinheiro!” Por isso há miseráveis que moram em palácios e ricos que moram em casebres.

Os cientistas tentaram entender a felicidade. Pesquisaram-na, fizeram estatísticas, mas ela os confundiu, falando-lhes: “A lógica numérica jamais compreenderá a lógica da emoção!”. Perturbados, descobriram que o mundo da emoção é indecifrável pelo mundo das idéias. Por isso os cientistas que viveram uma vida exclusivamente rígida e lógica forma infelizes.

Os intelectuais buscaram a felicidade nos livros de filosofia, mas não a encontraram. Porque há mais mistérios entre a razão e a emoção do que jamais sonhou a mente dos filósofos. Por isso os pensadores que amaram o mundo das idéias e desprezaram os seus sentimentos, perderam o encanto pela vida.

   Os famosos tentaram seduzir a felicidade, ofereceram em troca dela os aplausos, os aplausos, o assédio da TV. Mas ela os golpeou dizendo: “Escondo-me no cerne das coisas simples!” Rejeitando seu recado, muitos perderam a singeleza da vida, se angustiaram e viveram a pior solidão: sentir-se só no meio da multidão.

   Algumas pessoas creram que poderiam cultivar a felicidade em laboratório. Isolaram-se do mundo., baniram as pessoas complicadas de sua história e as dificuldades de sua vida. Acreditaram estar livres de problemas. Mas a felicidade sumiu e deixou-lhes um bilhete: “Eu aprecio o “cheiro” de gente e cresço em meio aos transtornos da vida.”

   Porque todos esses falharam na conquista da felicidade? Porque quiseram o perfume das flores,  mas não quiseram sujar as mãos para cultivá-las, porque quiseram um lugar no pódio, mas desprezaram a labuta dos treinos.

   Precisamos aprender a navegar nas águas da emoção se quisermos viver bem. Mas, acima de tudo, devemos entender que o mundo na emoção não aceita atos heróicos como: “de hoje em diante acordarei bem-humorado”, “daqui para frente serei uma pessoa calma”, de agora em diante serei uma pessoa feliz, com alto astral e cheia de auto-estima”. Grande engano! No calor da segunda-feira todas essas intenções se evaporam...

   O mundo da emoção é conquistado por meio de treinamento e educação, nunca desistir é importante, e entender que nada vem fácil, o que vem fácil vai mais ainda. Você precisa treinar a sua emoção para ser feliz, e educá-la para superar as perdas e frustrações. E, então, estará pronto para viver em paz.
 
Esta foi uma colaboração da Giovana Lopes e o texto foi extrapida do livro “Você é insubstituível” escrito por Augusto Cury.
                               
E N T R E V I S T A   D O   M Ê S 
 
   O Jornal do PAPE continua com a sua já tradicional entrevista e desta vez apresenta um irmão bastante conhecido de todos em Campinas: Josué Alves Ferreira (ZUZU), casado com a simpática Maria Higinio de Lima Ferreira (MARIA REGINA) há quase 22 anos sendo pais do Wellington Luciano Higinio Ferreira TOM), que por sinal nasceu no dia que completavam um ano de casados, Wendell Fabiano Higinio Ferreira (FABINHO) e a Bruna Gabriella Higino Ferreira (BRUNA). Vamos às perguntas.
 
JORNAL DO PAPE: Comente a diferença, se houver, de sua participação na Sã Doutrina como membro e como um dos apascentadores.

ZUZU: Bom, diferença sempre há e eu sempre me preocupei com o que fiz, com a maneira de agir e de falar, com a maneira de ser, tem que haver uma coerência  entre o que você é e o que você faz. No geral  meu perfil é praticamente o mesmo, o que aumentaram foram os cuidados.

JP: Alguma pessoa, da família ou fora dela, teve influência em seu conhecimento bíblico ou tudo o que sabe aprendeu sozinho?
ZUZU: Sempre tive alguém em que me espelhar sim, quando eu era pequeno sempre fui apascentado pelo meu avô (Manoel Ferreira) que era uma pessoa muito caridosa, humilde, conselheira, mas que também cobrava muito quando era necessário, contava histórias bíblicas e tinha uma grande fé. O meu pai (Raimundo) sempre foi de falar pouco, mas  também nos direcionou na Sã Doutrina procurando mostrar para nós uma direção que levasse a um lugar seguro. Já depois de adulto tive a felicidade de participar de um grupo muito excelente, quando do inicio da reunião de jovens na cidade de Campinas e que tinha na pessoa do irmão Joaquim Pereira uma liderança indiscutível. Dentro do meu perfil pude agregar muitos valores que sem dúvida levarei por toda minha vida. Costumo dizer que mais do que palavras, a melhor homenagem que prestamos a essas pessoas é através de atitudes decentes que eles nos ensinaram.
 
JP: Em reuniões e trabalhos sobre família ou relacionamento entre Pais e Filhos você costuma ser chamado para apresentar as suas considerações, sempre muito apropriadas. Qual o segredo de um bom relacionamento?
ZUZU: Às vezes eu também me pergunto sobre isso. Me considero um pai comum igual a todos, talvez um pouco exagerado. Mesmo meus filhos às vezes fazendo algumas coisas que eu não aprove, uma certeza tenho, prefiro pecar por exagerar do que por omitir e a responsabilidade de pai eu  vou assumir sempre. Sou muito franco com eles e me coloco também da mesma forma pra eles, pois se quiserem estou   aberto a qualquer assunto.
                                                                                                                                                                         
JP: Antes de trabalhar na UNICAMP você já atuava na manutenção elétrica? Você indica esta ocupação para alguém, já que é dífícil achar um bom profissional?
ZUZU: Sim, com certeza, é uma profissão muito boa e tem as vantagens e as desvantagens igual a quase todas. Para quem priorizar o segmento industrial, tem algumas dificuldades. Uma manutenção preventiva ocorre sempre aos final de semana e aí entra a questão do sábado. Já no segmento da construção civil é mais tranqüilo, no momento está faltando mão de obra qualificada, inclusive pra quem gosta de ser autônomo.
 
JP: O que lhe faz contente em um jovem da Sã Doutrina e o que lhe entristece?
ZUZU: Me deixam contente a união, o bom comportamento e essa proximidade que existe entre eles. Costumo dizer para meus filhos que as oportunidades de relacionamentos que eles têm hoje são incomparáveis com as que tive na minha época e na medida do possível procuro dar essa condição pra eles, esperando que valorizem isso. A tristeza é geral quando você vê alguém caindo, mas principalmente quando é uma pessoa  do seu convívio, do seu dia-a-dia, tanto jovens quanto pessoas adultas, é muito triste.  
                                     
JP: Em seu trabalho já enfrentou alguma situação difícil em virtude de nossa religião?
ZUZU: Não, sempre procuro não dar nenhum motivo aos meus superiores, as minhas atribuições profissionais  procuro desenvolver sempre de maneira muito responsável e até algumas brincadeiras que faço em casa, no meu dia-a-dia, por mais simples que sejam, no trabalho procuro sempre evitar. Já perdi oportunidade de assumir cargo de chefia por não trabalhar aos sábado e lembro que na época meu superior me disse “você não precisa trabalhar,  venha somente acompanhar o pessoal, quando o serviço for aos sábados’.
 
JP: Você tem sido um participante costumeiro em nossas reuniões . O que o atrai no PAPE?
ZUZU: Eu vejo que o programa é muito bom mesmo e sinto que o nosso grupo e principalmente os nossos jovens ainda não deram o devido valor. Procuro dar a minha  contribuição com a minha presença e vejo o PAPE como vejo a Reunião: Não basta falar que é bom e nunca participar.  Jovens, pensem, esse programa de VALOR é direcionado especialmente  pra vocês.

Atualizado em ( 14-Dec-2010 )