Cidadania: Importância e Prática

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28 de Maio de 2018
jaquelineb820@gmail.com
Jaqueline Borges de Queiroz




 
Você sabe o que é cidadania?
 
Talvez se alguém lhe pedir que defina essa palavra tão famosa você se sinta inseguro, mas provavelmente logo pensará em DIREITOS e DEVERES. Isso porque aprendemos desde criança que precisamos ser bons cidadãos e, para isso, temos que cumprir determinados deveres e lutar pelos nossos direitos. Ou seja, já temos certa noção teórica do que seja cidadania. Mas... E na prática? Como ela pode fazer parte do nosso dia a dia?
 
Para que a cidadania seja parte do nosso cotidiano, primeiro é preciso que entendamos sua importância. Vamos então criar um cenário em que ela não esteja presente. Imagine que você precise obedecer às leis de seus governantes, ou seja, tem deveres a cumprir. No entanto, não tem participação nenhuma nem na formulação dessas leis nem na escolha desses líderes.
 
Suponhamos agora que você sinta que as leis criadas beneficiam somente os próprios governantes e seus familiares, enquanto você, seus parentes e sua comunidade apenas servem esse pequeno grupo de pessoas sem quase nenhum proveito. Complicado, não?
 
Talvez você fique surpreso ao saber, então, que era exatamente isso o que acontecia na época das grandes monarquias, quando os reis governavam e o povo apenas exercia o papel de súdito, com muitos deveres e praticamente nenhum direito. Ou que, na Grécia Antiga, em um período bem anterior ao nascimento de Cristo, apesar do governo ser democrático, somente eram considerados cidadãos aqueles que fossem do sexo masculino, livres e proprietários de terra.
 
Por isso que muito se fala em cidadania. Apesar de ser uma forma mais justa de convivência dentro de uma nação, ela demorou a se consolidar da forma que conhecemos hoje. Precisa, agora, ser preservada, afinal, todos querem, como contrapartida ao cumprimento de deveres, ter também seus direitos assegurados.
 
Porém, não basta saber o que é cidadania e se considerar cidadão. É preciso praticar cidadania, isto é, fazê-la funcionar em nossas rotinas. Para isso, temos que conhecer nossos direitos – estabelecidos pela Constituição e por outros documentos oficiais – e saber como nos posicionar e a quem recorrer caso eles não estejam sendo cumpridos.
 
Da mesma forma, temos que saber quais são nossas obrigações enquanto cidadãos. Não adiantará, por exemplo, termos conquistado o direito ao voto se não nos prontificarmos a votar e, mais do que isso, eleger nossos governantes com consciência e responsabilidade. Afinal, muitas vezes a conquista de um direito implica em um novo dever, não há como separar um do outro. O inverso também acontece, e é justamente isso que se pode definir como cidadania: cumprir nossos deveres para que, assim, possamos assegurar e exigir nossos direitos.

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