A Origem da Sã Doutrina por Luiz Gállio

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15 de Outubro de 2007
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Roseli da Silva Lopes


www.sadoutrina.org - Nossa Origem

Extraído e digitado do Livro manuscrito de Luiz Gállio em 1995 por Roseli da Silva Lopes - Campinas-SP

A maior busca do Irmão Luiz Gállio foi saber como, onde e o nome da menina na qual foi manifestada a Sã Doutrina. Através de uma pesquisa feita em 1995, conseguimos informação a respeito do apelido dessa menina, fornecido pelo irmão Marcílio Viana e remetido até nós pelo irmão Ernestino dos Santos Ferreira (residentes em Garça). O apelido atribuído à menina, segundo  o irmão Marcílio  Viana, era  ICA.

Vejamos a seguir o Relato de Luiz Gállio:
 
E agora, estando eu a par destas grandezas, dentro do  intervalo no qual tratei do assunto da Sã Doutrina Espiritual do Sétimo Dia, em finalidade do povo de Deus. 
 
A saber, sobre o esclarecimento de sua base, modo de sua fundação e o tempo em que manifestou o anjo na igreja primitiva pela primeira vez. E hoje, debaixo destas testemunhas, sinto-me com poder bastante e modo mais prático para escrever. Dizendo que foi assim: 
 
No ano de 1916 (Mil Novecentos e Dezesseis) mais ou menos, no tempo em que Cerqueira César era ainda um arraial da Alta Sorocabana no estado de São Paulo, residia ali um casal, cuja filha única trabalhava com o pai no serviço de esplanador de madeira. Era ela quem ajudava seu pai no serviço da floresta, sendo ela candeeira dos bois dele. E um dia sucedeu ela ficar enferma e sua enfermidade ser muito grave. Então à noite vinham os vizinhos fazer algumas horas sobre o seu leito.  E sucedeu uma noite estar ela muito mal, a saber, dormindo um profundo sono.
 
E subtamente ela sentou-se sobre seu leito e começou a falar-lhes, dando a entender a necessidade de uma nova vida, à qual hoje pertenço. E depois prosseguiu no mesmo sono. Então começou o povo a dizer, cada um por sua vez: - ela estava sonhando. E outros diziam: - não, mas ela estava variando. Então alguém levantou a sua voz e disse: - Ela está se despedindo. Correu a ela então sua mãe, e encostando junto a ela disse: - Você está melhor minha filha, porque dormiu tanto assim? Acaso não sou eu sua mãe? Você não tem irmãs, és a única filha de sua mãe. Porque antes haveras de me chamar de irmã? Respondeu a menina - Eu o sei, admiro-me de que não entendes. Não chores por mim, oh minha mãe! Eu estou tão contente... E prosseguiu no mesmo sono. 

Então começaram de novo a dizer, cada um por sua vez: - Vede agora, como ela se despede abertamente. E alguém dizia-lhe: - Vai com Deus minha filha. Ora, mas existia no grupo deles um homem que já tinha luz no caminho espiritual. E este caupelou na mensagem do anjo e levantou sua voz e disse-lhes:

Não façam alvoroço, ela não se despediu e nem tampouco estava variando. Mas certamente era seu anjo, que falava-lhe para o nosso bem. Deixai-me atendê-la, caso volte outra vez. Ora, esta proposta despertou a curiosidade de todos que estavam ali. E se ajuntaram na  expectativa de ouví-la novamente. E aguardavam no maior silêncio. Logo depois ela sentou-se novamente e também o homem se levantou para atendê-la.

Ora, a multidão que ali estava para assistir a esta cena não deixava de compreender o que ela falava nas suas forças. Suas palavras eram de um profundo sentimento religioso. E entenderam que certamente era o seu anjo que falava por seu intermédio, para advertência do povo.

E depois disto ela foi recuperando as suas forças. E mesmo dentro de sua convalescência, todas as noites, naquela mesma hora mais ou menos, era ela desenvolvida. Então seus vizinhos e seus circunvizinhos não tratavam de outro assunto a não ser em estarem prontos à noite, para ouví-la de novo.  Então sucedeu que os mais humildade anuiram-se pela efusão do espírito, renunciando seus pecados, congregaram-se a ela. Onde foi aumentando o número dos crentes, que sobre sua manifestação despertaram na curiosidade da leitura do evangelho, onde deu o testemunho da idoneidade de sua manifestação.

E depois de muitos dias, eram eles já em número suficiente. Então foram alertados pelo mesmo espírito, acerca da separação do joio e do trigo. Então neste tempo é que foi desnudado a satanás e também cantado foi o hino da vitória. E então, principiou-se a luta.
Aqui está o fim do assunto que dentro do período de dois anos mais ou menos, investiguei, ouvi e pude averiguar relativamente a esta doutrina espiritual, para poder esplanar. Além do que, esta doutrina vem se desenvolvendo pelo mesmo espírito com muito mais superioridade, a qual permanecerá entre os filhos de Deus, desde então, agora e para sempre.
Amém.

"Irmãos, esta leitura pode bem ajudar vós neste caminho, contendo algumas interpretações razoáveis. Olhe Senhor Deus lá do teu céu, perdoa este povo e abençoe-o. Perdoai-me a mim também se algum dos meus passos foram errados, pois quem é santo diante do altíssimo? se nem os anjos, quanto mais o homem, feito do pó. Reine o altíssimo soberano na tua real grandeza por todos os séculos, desde o céu até toda a terra, para sempre. Amém.

LUIZ GÁLLIO

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